Pai reencontra o filho após 16 anos e perde a esposa para ele

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Parece novela, mas aconteceu na vida real inglesa. Durante 16 anos, Ben Smith esperava reencontrar o pai, com quem havia perdido contato quando tinha 2 anos.

Finalmente, os dois se reencontraram. E quis o destino que se separassem logo depois. Explica-se:

Apesar de muito tempo separado do pai, Ben se sentiu muito à vontade no reencontro e decidiu ir morar com Andrew, de 38 anos, em Londres. Só que Ben, que estava desempregado e recém separado da namorada, acabou se envolvendo com Dawn, de 34 anos, a esposa do pai, com quem passou a ter um caso amoroso. Resultado: Ben e Dawn estão juntos agora e planejam filhos.

“Foi um pouco duro para o meu pai perder a mulher desse jeito. Nós dois tentamos negar os nossos sentimentos, mas no fim não conseguimos. A primeira vez em que fizemos sexo eu pensei: Oh, meu Deus, estou fazendo amor com a esposa do meu pai!’ Aquele dia mudou a nossa vida para sempre”, contou Ben ao “Daily Mirror”. E o sexo foi feito na cama em que o pai costumava dormir com Dawn…

Dawn contou que se sente muito melhor com Ben:

“As pessoas podem me ver como uma madrasta megera, mas eu amo Ben e ele me ama. Ele faz com que eu me sinta mais segura, mais amada e cuidada do que o pai dele fazia. Ele me deu uma nova vida e eu quero ser a esposa dele.”

Bom, Andrew havia trocado Tracey Gulliver, a mãe de Ben, por Dawn. Quis o destino que Ben se encarregasse de separá-lo de Dawn.

“Estou enojada. Eu e o padrasto de Ben estamos arrasados”, disse Tracey.

 

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Campanha contra obesidade em NY mostra refrigerante despejando banha

 

Autoridades de saúde da cidade apostam em táticas de choque.
32% dos americanos adultos e 17% das crianças são obesos.

Uma campanha com cartazes que retratam uma garrafa de refrigerante despejando banha em um copo é a mais nova arma das autoridades de saúde de Nova York no combate à obesidade.

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A estratégia da campanha é promover uma redução no consumo de refrigerantes usando a tática de chocar as pessoas com a força da imagem, que, no caso, vem acompanhada dos dizeres “Are You Pouring on the Pounds?” (“Você está derramando os quilos a mais?”, em tradução livre).

 Autoridades de saúde de Nova York afirmam que a ideia foi mesmo a de usar uma imagem forte e “feia” para chocar o público consumidor de refrigerantes.

Especialistas em publicidade questionam a eficácia da campanha

“Nós realmente queríamos fazer uma declaração e chamar a atenção das pessoas”, afirmou Cathy Nonas, diretora dos Programas de Atividade Física e Nutrição no Departamento de Saúde da cidade.

 Mas especialistas em propaganda e publicidade questionam a eficácia da campanha.

“Estas imagens parecem tão repugnantes que afastam, você olha para outro lado sem assimilar a mensagem”, afirmou George Parker, especialista em propaganda.

Obesidade

Pesquisas recentes mostram que os americanos bebem quase 58 bilhões de litros da bebida por ano. E as bebidas podem contar até 17 colheres de chá de açúcar em cada garrafa de 550 ml.

Em média, os americanos consomem atualmente entre 200 e 300 calorias a mais do que consumiam há 30 anos. Parte da culpa é do fenômeno do aumento do tamanho das porções mas, também devido ao consumo de refrigerantes.

O cartaz no metrô de Nova York é a última de uma série de campanhas do Departamento de Saúde da Cidade que incluem imagens chocantes. Campanhas contra o fumo incluem fotos de uma mulher que teve vários dedos amputados por causa de uma doença causada pelo cigarro e um raio X de pulmões afetados pelo câncer.

EUA vivem epidemia de obesidade que custa ao país US$ 147 bi por ano

Neste sentido, Nova York vem liderando as campanhas e iniciativas para aumentar impostos para refrigerantes e fast-food e abater impostos para lojas que vendem frutas e vegetais em bairros pobres. A cidade está sendo observada por autoridades de saúde de todo o país.

O prefeito Michael Bloomberg já obrigou cafés, restaurantes e lanchonetes a especificarem a quantidade de calorias nos cardápios, enviou vendedores de frutas para bairros pobres e deu incentivos a pequenas lojas para venderem frutas e vegetais.

Defensores das campanhas de saúde pública afirmam que os Estados Unidos estão vivendo hoje uma epidemia de obesidade que custa ao país US$ 147 bilhões por ano em gastos com saúde. De acordo com as últimas estatísticas do governo americano, 32.2% dos americanos adultos e 17.1% das crianças já são clinicamente obesos.

Crime ambiental

A Polícia Ambiental apreendeu, na madrugada desta quarta-feira (7), 137 filhotes de papagaio e de arara em Jales, a 585 km de São Paulo. Os pássaros eram transportados no assoalho de um carro. Um homem foi detido e liberado em seguida.

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Os 133 filhotes de papagaio e quatro de arara eram transportados junto com a família do suspeito, de 31 anos. Ele saiu de Cassilândia (MS) e ia para São José do Rio Preto, a 438 km de São Paulo. A viagem terminou depois que a polícia recebeu uma denúncia anônima. Além da grande quantidade de aves, chamou a atenção o modo como elas eram levadas, no assoalho do veículo.

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O motorista foi levado para a delegacia, onde foi ouvido e liberado. Ele vai responder pelos crimes de transporte ilegal e maus tratos a animais. A multa para esses crimes pode chegar a R$ 35 mil. As aves devem ser levadas nesta manhã para o zoológico de São José do Rio Preto.

E mais uma vez a natureza sendo vítima de crimes.Bom trabalho da polícia rodoviária e polícia ambiental da região de Jales.

Para quem não sabe, Jales é a cidade onde eu vivo.

Médicos ingleses não salvam suicida

 

Kerrie Wooltorton tinha 26 anos e uma depressão grave. Morava sozinha em um flat na cidade de Norwich, na Inglaterra. Tentou se matar nove vezes em menos de um ano. Era salva no hospital, depois de uma diálise para retirar toxinas do seu corpo. Na décima tentativa, tomou um álcool que evita o congelamento de parabrisas dos carros, como revelou o inquérito policial esta semana. Escreveu uma carta para os médicos dizendo que não queria ser salva por eles e que “estava 100% consciente das consequências do seu ato”. Seu pedido foi respeitado. Os médicos consideraram que salvá-la poderia ser uma violação do seu desejo.

A carta escrita por Kerrie tem valor legal na Inglaterra e respalda a decisão dos médicos. Ela escreveu um documento chamado lá de “living will” em que os pacientes deixam instruções para os médicos quando não são capazes de decidir ou opinar nos rumos de seus tratamentos. É um documento muito usado por pacientes terminais que não querem ser ressuscitados.

Kerrie morreu em2007, mas sua morte ainda gera polêmica. Entidades inglesas que se opõem à eutanásia se manifestaram contra a decisão dos médicos ingleses. Afirmam que Kerrie não tinha saúde mental para decidir sobre o fim de sua vida. O psiquiatra que acompanhou Kerrie nos últimos meses disse ao Daily Mail que ela tinha total noção do que estava fazendo.

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Na foto acima, Kerrie carrega seu afilhado.

Você acha que as pessoas podem optar pelo fim de suas vidas?