A imagem das brasileiras no exterior: fogosas, pero no mucho

 

Jornalista americano comenta a realidade que os gringos encontram quando chegam ao Brasil cheios de amor para dar

Como você sabe, o resto do mundo tende a considerar o Brasil um templo da luxúria em proporções amazônicas. As mulheres daqui são sexy, abertas e não têm tabus para falar sobre o assunto. Ao mesmo é o que dizem americanos, franceses e outros estrangeiros que já se encantaram por brasileiras. Mas sabe o que mais eles dizem?

Que beijar uma brasileira é fácil, mas levá-la para cama nem tanto. Exemplo disso é a crônica do jornalista Saul Elbein para o Nerve.com, um site que compila textos legais sobre sexo e cultura. A aventura de Saul em terras tupiniquins é engraçada e tem um toque antropológico, e talvez por isso não saia (há meses) da lista de mais lidos do site.

“O Brasil ocupa um lugar peculiar na imaginação americana – uma espécie de Éden de praias, festas que duram a noite toda e pessoas lindas e de sangue quente”, começa o relato. Qual não foi a surpresa dele quando, duas semanas depois de chegar, ainda não havia ido para a cama com ninguém. “Estrangeiros frustrados me disseram literalmente : ‘beijar é como apertar a mão aqui. Mais do que isso – esqueça’”.

Com o tempo, nosso amigo americano percebeu que muitas brasileiras seguem morando com os pais mesmo depois de terminarem a faculdade, e que isso impede um convide do tipo “vamos beber algo no meu apartamento?” quando a festa termina. Além disso, como ele lembra, somos um país católico e conservador, apesar dos peitos e bundas em tamanho de outdoor.

O que mais intriga Saul – e outros olhos estrangeiros – é como, apesar do bom humor e da atitude sexy, as brasileiras não pulam para a cama com a velocidade de uma ninfomaníaca. É o que acontece com Ana, uma paulista que ele conhece em Salvador, que fala de sacanagem mas não transa logo após o primeiro beijo. E a dúvida que fica no ar é porque o jogo de sedução muitas vezes não é concretizado. Arrisca um palpite?

 

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Britânico sonâmbulo estrangula a própria mulher durante pesadelo em trailer

 

Ele achou que se defendia de assaltantes, mas matou a companheira.
Acusação pediu à corte que Brian Thomas seja absolvido por insanidade.

O britânico Brian Thomas, de 59 anos, é acusado de ter matado sua mulher Christine, de 57, enquanto dormia, segundo os tabloides britânicos.

O crime teria ocorrido durante um feriado, no trailer em que eles dormiam. Ele relatou que sonhou que um intruso tinha entrado no carro, segundo o “Daily Telegraph”, e que ele tentou detê-lo estrangulando-o.

Mas, na verdade, ele teve uma crise de sonambulismo e matou sua mulher, com quem era casado havia 39 anos e com quem tinha duas filhas.

Segundo o tribunal, Thomas, que é aposentado, sofre de uma doença do sono crônica. Ele não controla suas ações enquanto dorme.

Thomas sofria de sonambulismo, pesadelos e outros problemas relacionados ao sono havia 50 anos. Uma perícia comprovou que ele tem a doença.

Ele negou intenção de matar a mulher, com quem, segundo testemunhas, tinha um casamento feliz.

O casal era de Neath e sempre viajava nas férias em seu trailer. O crime ocorreu em 26 de julho, quando eles estavam próximo a Aberporth, em Cardiganshire, na costa oeste de Gales.

Thomas tomava remédio para o Mal de Parkinson e também antidepressivos que, combinados, afetavam sua performance sexual. Em casa, o casal dormia separado, mas, no trailer, costumava passar as noites junto.

Pouco depois do crime, Thomas chegou a ligar para a polícia. “O que eu fiz? Eu estava tentando acordá-la”, disse ele. “Eu acho que eu matei minha mulher. Oh, meu Deus. Eu achei que alguém tinha entrado.”

“O que eu fiz? O que eu fiz? Por favor, mandem alguém.”

Quando os policiais chegaram, dez minutos depois, Thomas estava chorando e sacudindo o corpo da mulher.

 O caso fora do comum levou a acusação a pedir um veredicto de não culpado por insanidade, ainda que eles tenham reconhecido que Thomas não é insano “no sentido comum da palavra”. O julgamento prossegue.

 

Estudantes da Universidade de Brasília se despem em protesto contra Uniban

Passeata reuniu em torno de 150 universitários, dez completamente nus.
Alunos pedem liberdade de expressão e fim da opressão machista.

Estudantes da Universidade de Brasília (UnB) tiraram a roupa nesta quarta-feira (11) em um protesto contra a Universidade Bandeirante (Uniban), de São Bernardo do Campo (SP). A maior parte dos 150 estudantes que participaram do protesto usavam apenas roupa de baixo, mas dez chegaram a ficar completamente nus.A passeata reivindicou “a liberdade de expressão e o fim da opressão machista”, afirmou Tiago Marinho, um dos coordenadores do Diretório Central de Estudantes (DCE) da UnB, que organizou o ato.

A Uniban foi alvo do protesto por conta do episódio em que a estudante Geisy Arruda, de 20 anos, foi hostilizada por alunos por usar um minivestido. A universidade chegou a anunciar a expulsão da aluna, mas voltou atrás depois da repercussão negativa do caso.

Os manifestantes da UnB passaram pelo restaurante universitário e pelo Instituto Central de Ciências para depois se dirigir à reitoria. Segundo Tiago, a Polícia Militar foi acionada e bloqueou a porta do edifício da reitoria, mas em seguida se retirou a pedido da administração.

A lista inicial de participantes no ato, criada pelo DCE, contava com pouco mais de 80 assinaturas. “A receptividade foi boa e muita gente se juntou ao protesto. Calculamos que mais de 150 pessoas participaram no total”, disse Marinho.

Até as 17h, cerca de 30 pessoas, algumas ainda despidas, aguardavam na reitoria para falar com o reitor da universidade, José Geraldo de Sousa Júnior. Além do protesto contra a Uniban, Marinho afirmou que os estudantes reivindicam medidas na própria universidade. “Queremos mais segurança no campus, já que já tivemos dois casos de estupro. E também pedimos a criação de um centro de referência da mulher”, disse o membro do DCE.

Apagão teve origem em função de condições meteorológicas, diz MME

 

Blecaute ocorreu após problemas em 3 linhas de transmissão no PR e SP.
Causas do apagão devem ser divulgadas após reunião do CNOS à tarde.

O secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, afirmou nesta quarta-feira (11) que o apagão que deixou dez estados brasileiros no escuro teve origem em função de condições adversas meteorológicas. Em entrevista coletiva nesta manhã, ele afirmou que os problemas ocorreram em três linhas de transmissão, que recebem energia vinda da usina hidrelétrica de Itaipu (PR).

apagão

Segundo o secretário, as panes ocorreram em duas linhas que ligam a cidade de Ivaiporã, no centro do Paraná, a Itaberá, no sul de São Paulo. E outra, em uma estação que liga Itaberá a Tijuco Preto (SP).

A energia, segundo o secretário, foi restabelecida quatro horas depois do começo do blecaute, que teve início às 22h14 de terça-feira (10). “Não há danificação de equipamentos. Houve uma frente [fria] muito forte, com ventos e chuvas muito fortes, concentradas em Itaberá”, explicou. A cidade recebe circuitos da usina hidrelétrica de Itaipu e redistribui energia para outras regiões.

Zimmermman destacou, porém, que as causas do apagão ainda não foram exatamente definidas. A origem do problema deverá ser apresentada em reunião marcada para às 17h, no Centro Nacional de Operação do Sistema Elétrico (CNOS).

“Foi uma perturbação. Agora, se faz uma análise bastante aprofundada da área com o Operador Nacional do Sistema (ONS). O ministro determinou ontem a convocação emergencial do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico, que será realizada hoje às 17h”, disse Zimmermann. “Há todo um esforço do setor para analisar as causas e tomar as medidas necessárias para minimizar esse tipo de situação”, completou.

Sem adiantar a causa exata, o secretário-executivo apontou que o problema, a princípio, teria ocorrido após o sistema acionar mecanismos de defesa. “Todo o sistema de transmissão cria uma situação que pode fazer o circuito desarmar uma linha e não causar nada. Nesse caso, tivemos três simultaneamente. O sistema para se proteger aciona uma série de mecanismos de proteção para salvaguardar. Prova disso é que quatro horas depois você tinha toda a carga religada no Brasil”, destacou.

Zimmermann também afastou a possibilidade de o problema ter sido causado por alguma sabotagem. Questionado se a falta de investimento no setor elétrico pode ter contribuído com o apagão, o secretário negou. Segundo ele, o sistema elétrico sempre está sujeito a essas perturbações. “O país hoje é o que tem o sistema mais interligado do mundo. O Brasil vem investindo pesadamente em um sistema de transmissão robusto. Aumentamos a interligação”, disse.

Apagão de 2001

Zimmermann descartou qualquer semelhança entre o apagão de 2001, que provocou o racionamento de energia no país, com o ocorrido na noite passada. “A situação que ocorreu em 2001 era falta de energia. O que se teve agora é uma situação que não tem problema de falta de energia, foi um problema elétrico que levou a essa perturbação”, explicou.

Segundo ele, há oito anos faltava investimento no setor elétrico brasileiro. “Não tinha o investimento necessário em transmissão e geração, o que levou àquela situação que o país teve que racionar. Era contínuo, porque não tinha geração para atender.”

Você acredita que  esse blecaute foi em função de condições meteorológicas? Hum…sei não!

 

Uniban anula decisão e aceita aluna hostilizada de volta

Aluna havia sido expulsa por ir à aula com vestido curto.
Defesa de Geisy pretendia entrar na Justiça para ela voltar.geisy2

Três dias após decidir pela expulsão da estudante de turismo Geisy Arruda, de 20 anos, a Uniban recuou e resolveu aceitar que ela volte a frequentar a universidade.

A informação, confirmada pelo assessor jurídico da universidade, Décio Lecioni Machado, foi anunciada no fim da tarde desta segunda-feira (9), poucas horas depois de o advogado da estudante – hostilizada no dia 22 de outubro por ter ido à aula com um vestido curto – ter informado à imprensa que procuraria a Justiça nesta terça (10) para pedir o retorno da jovem à sala de aula.

Em nota à imprensa, a Uniban informou que, “de acordo com o artigo 17, incisos IX e XI de seu regimento interno, revoga a decisão do Conselho Universitário (Consu) proferida no último dia 6 sobre o episódio do dia 22 de outubro em seu campus em São Bernardo do Campo. Com isso, o reitor dará melhor encaminhamento à decisão”.

A expulsão se tornou pública após a instituição veicular anúncio publicitário nos jornais deste domingo (8).

Logo após saber da nova posição da instituição particular de ensino, o G1 entrou em contato com Nehemias de Melo, que defende Geisy. O advogado informou que não havia sido informado oficialmente sobre a volta da aluna de turismo. “Eles devem ter parado para refletir”, comentou. Em entrevista coletiva na tarde desta segunda, Geisy informou que quer concluir o semestre na Uniban, mas pretende mudar de faculdade ano que vem.

O Ministério Público Federal de São Paulo anunciou que instaurou um inquérito civil público para apurar a sindicância feita pela Uniban que havia resultado na expulsão de Geisy, que cursava turismo no campus de São Bernardo, ABC, desde fevereiro. Segundo órgão, o inquérito pretendia averiguar se a aluna teve o direito de defesa respeitado.

A expulsão se tornou pública após a instituição veicular anúncio publicitário nos jornais deste domingo (8) e alegar que a jovem cometeu “flagrante desrespeito aos princípios éticos, à dignidade acadêmica e à moralidade”.

A jovem foi humilhada e agredida verbalmente pelos estudantes da Uniban por ter ido à universidade usando roupa curta. Geisy precisou ser escoltada pela polícia e deixou a universidade em meio a xingamentos.

 Procon

Ainda nesta segunda-feira, a Fundação Procon-SP instaurou um procedimento administrativo para averiguar a conduta da Universidade Bandeirante (Uniban) ao expulsar a estudante. Em comunicado, o Procon-SP afirmou que, “na qualidade de órgão de defesa do consumidor, entende ser de fundamental importância verificar de que forma a Uniban, prestadora de serviços educacionais, pautou a sua decisão de quebrar o contrato com a aluna e consumidora de forma unilateral”.

Antes de saber que a Uniban voltou atrás, o Procon-SP adiantou que a universidade seria chamada para prestar esclarecimentos e que o órgão irá analisar os fatos e, posteriormente, “adotar as medidas pertinentes de acordo com o que estabelece o Código de Defesa do Consumidor”. Se for constatada alguma irregularidade nesta quebra de contrato, a Uniban poderá ser multada. De acordo com o código, a multa mínima é de R$ 212,88 e pode passar dos R$ 3 milhões.

OAB-SP

A Ordem dos Advogados do Brasil em São Paulo (OAB-SP) também divulgou nota nesta segunda-feira repudiando a decisão da Uniban em expulsar a estudante, qualificando a atitude como “forma de intolerância”.

No documento, a OAB-SP diz esperar “um amplo debate sobre a questão com a participação das partes, apuração isenta dos fatos e a fixação de regras claras que não deixem, no futuro, margem para incentivar novos atos de violência ou qualquer preconceito”.

Veja íntegra da nota da Uniban:

“O Reitor da Universidade Bandeirante – UNIBAN BRASIL, de acordo com o
artigo 17, incisos IX e XI, de seu Regimento Interno, revoga a decisão do
Conselho Universitário (CONSU) proferida no último dia 6 sobre o episódio
do dia 22 de outubro, em seu campus em São Bernardo do Campo. Com
isso, o reitor dará melhor encaminhamento à decisão”. 

Universidade Bandeirante – UNIBAN BRASIL

UniTaleban na verdade, certo?

Uniban anuncia expulsão de aluna hostilizada por usar minivestido

geisyA Universidade Bandeirante (Uniban) publicou anúncio nas edições deste domingo (8) de alguns dos principais jornais de São Paulo informando que a aluna do curso de turismo Geysi Villa Nova Arruda foi desligada “do quadro discente da instituição, em razão do flagrante desrespeito aos princípios éticos, à dignidade acadêmica e à moralidade”.

 Contactado pela produção do Jornal das Dez, da Globo News, o assessor jurídico da Uniban, Décio Lecioni Machado, disse que o vestido curto que Geysi usava no dia da confusão não motivou a expulsão. Segundo ele, foram gestos e atitudes que a aluna já manifestava “há tempos” que provocaram o tumulto e, consequentemente, o desligamento da universidade. Apesar da afirmação, o assessor jurídico não quis entrar em detalhes sobre que tipo de gestos e atitudes seriam esses, suficientes para justificar a expulsão.

Ao G1, por telefone, Geysi afirmou na noite deste sábado (7) que nem ela e nem seus advogados foram notificados da decisão da universidade até o momento. “Primeiro quero ter certeza que isso é verdade. Se isso for confirmado, alguma coisa tem de ser feita”, declarou. A Uniban informou que já tentou notificar a estudante, mas ainda não conseguiu.

De acordo com o anúncio, a Uniban afirma que a decisão é “o resultado da sindicância no campus de São Bernardo do Campo sobre o episódio ocorrido no dia 22 de outubro, fartamente exibido na internet e divulgado pelos veículos de comunicação”.

 O informe publicitário diz que “foi apurado que a aluna tem frequentado as dependências da unidade em trajes inadequados, indicando uma postura incompatível com o ambiente da universidade e, apesar de alertada, não modificou seu comportamento”.

Depois de elencar uma série de fatos relacionados ao ocorrido do dia 22, o informe considera que “foi constatado que a atitude provocativa da aluna buscou chamar a atenção para si por conta de gestos e modos de se expressar, o que resultou numa reação coletiva de defesa do ambiente escolar”.

 Além disso, diz que “a aluna demonstrou um comportamento instável, que oscilava entre a euforia e o desinteresse e estava acompanhada de dois advogados e uma estagiária vinculados a uma rede de televisão” em seu depoimento na sindicância.

Além de anunciar a expulsão de Geysi, a Uniban decidiu “suspender das atividades acadêmicas, temporariamente, os alunos envolvidos e devidamente identificados no incidente ocorrido no dia 22”. No entanto, o anúncio não informa quantos alunos foram afastados e nem os seus nomes.

Geysi afirmou que está sem entender o que está acontecendo. “A faculdade não falou nada para mim e para os meus advogados. Estou lendo na internet e não estou acreditando”, disse ao G1. Ela disse que participou da sindicância, das 14h às 20h, na quarta-feira (4) e que foi “bombardeada de perguntas”. “Eles estavam mais preocupados com possíveis erros em relação ao que eu falava do que em apurar quem participou daquele xingamento todo. Eu saí de lá chorando”, relatou.

Segundo ela, na sindicância teria ficado acordado que ela voltaria às aulas nesta segunda-feira (9). “Um segurança estaria me esperando na portaria e me levaria até a sala e eu não iria divulgar nada para a imprensa. Agora não sei mais o que pensar”, contou.

Aos poucos, sua indignação foi crescendo com a notícia. Para ela, se os alunos ficarem impunes novas agressões deverão se repetir no campus da Uniban. “É um absurdo isso, é uma falta de respeito. É uma injustiça. Eles vão fazer de novo, de novo e de novo, assim como agrediram aquela moça e atacaram o carro dela, porque ninguém pune. Foi uma maldade o que fizeram. Alguém vai ter de fazer alguma coisa”, finalizou, inconformada.

De acordo com assessor jurídico da Uniban, a decisão foi tomada depois que a universidade ouviu a opinião de alunos, professores e funcionários sobre a estudante.

Um absurdo tal atitude, realmente estamos no ano de 2009, Sec XXI? Não parece, cada dia mais me surpreendo com esse “mundão”.

Toda essa polêmica por causa de um vestido curto, levar a expulsão da aluna? Ora francamente, já vi e fiquei sabendo de tantas coisas piores que acontecem nas escolas e universidades e que não levou nenhum estudante à expulsão. Sou estudante universitária e sei muito bem o que estou falando.

Se a universidade em que estudo agisse dessa forma também, com certeza muitas estudantes já teriam sua expulsão garantida.