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Jornalista americano comenta a realidade que os gringos encontram quando chegam ao Brasil cheios de amor para dar

Como você sabe, o resto do mundo tende a considerar o Brasil um templo da luxúria em proporções amazônicas. As mulheres daqui são sexy, abertas e não têm tabus para falar sobre o assunto. Ao mesmo é o que dizem americanos, franceses e outros estrangeiros que já se encantaram por brasileiras. Mas sabe o que mais eles dizem?

Que beijar uma brasileira é fácil, mas levá-la para cama nem tanto. Exemplo disso é a crônica do jornalista Saul Elbein para o Nerve.com, um site que compila textos legais sobre sexo e cultura. A aventura de Saul em terras tupiniquins é engraçada e tem um toque antropológico, e talvez por isso não saia (há meses) da lista de mais lidos do site.

“O Brasil ocupa um lugar peculiar na imaginação americana – uma espécie de Éden de praias, festas que duram a noite toda e pessoas lindas e de sangue quente”, começa o relato. Qual não foi a surpresa dele quando, duas semanas depois de chegar, ainda não havia ido para a cama com ninguém. “Estrangeiros frustrados me disseram literalmente : ‘beijar é como apertar a mão aqui. Mais do que isso – esqueça’”.

Com o tempo, nosso amigo americano percebeu que muitas brasileiras seguem morando com os pais mesmo depois de terminarem a faculdade, e que isso impede um convide do tipo “vamos beber algo no meu apartamento?” quando a festa termina. Além disso, como ele lembra, somos um país católico e conservador, apesar dos peitos e bundas em tamanho de outdoor.

O que mais intriga Saul – e outros olhos estrangeiros – é como, apesar do bom humor e da atitude sexy, as brasileiras não pulam para a cama com a velocidade de uma ninfomaníaca. É o que acontece com Ana, uma paulista que ele conhece em Salvador, que fala de sacanagem mas não transa logo após o primeiro beijo. E a dúvida que fica no ar é porque o jogo de sedução muitas vezes não é concretizado. Arrisca um palpite?

 

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