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Eu ainda não tinha feito nenhum post sobre a tragédia no Haiti, não porque esqueci ou não me importei, muito pelo contrário. Fiquei tão chocada com essa tragédia que não gostava de comentar sobre o assunto, sei que tenho que ser imparcial, mas tem coisas que nos deixam realmente tristes.

O terremoto que ocorreu na terça-feira do dia 12 de janeiro e atingiu o país mais pobre da América, teve 7,0 de magnitude na escala Richter. O país sofreu o maior terremoto já registrado em 200 anos e teve sua capital Porto Príncipe devastada. O que me deixa mais triste com tudo isso, é que o Haiti já era um país sofrido, teve um furacão em 2008 que deixou mais de 500 mortos, sofreu golpe de estado, são pessoas pobres e que necessitam da ajuda de outros países. Assim, no dia do terremoto, lá estavam os militares brasileiros em missão de paz, que perderam suas vidas ajudando aquele povo.

Mas hoje, esse post em especial é para falar de um garotinho, Kiki. Oito dias preso sob o peso de escombros, oito dias sem comida, sem água, sem luz, sem nada. Oito dias sem ver sua mãe, sua família. Os olhos fundos pela desidratação, mas com um brilho, o brilho da esperança. Crianças sempre guardam a tão esquecida esperança, a esperança que muitos os adultos não tem.

É uma foto simples, um pouco desfocada pela poeira dos escombros, o motivo central, braços abertos à busca de um abraço de volta à vida, todo um símbolo de alegria e esperança em meio de uma tragédia. De braços abertos para a vida e no aguardo do aconchego da mãe, Kiki voltou para emocionar todo mundo…

Uma imagem vale mais que mil palavras?

Confira também o vídeo do resgate emocionante de Kiki:

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