Tags

, , ,

Descobri,  aos 24 anos de idade, que se alguém tem obrigação de me fazer feliz, esse alguém sou eu. Ninguém mais.
Também descobri que depositar esperanças de um dia melhor em outra pessoa não somente é uma estupidez, é puro egoísmo, que somente pessoas desprovidas de amor próprio gabam-se por fazer.
De igual modo, se não devo depositar a esperança do meu sorriso duradouro em outra pessoa, igualmente não posso aceitar que minhas decepções sejam culpa exclusivas desse alguém.
Tardiamente me veio a descoberta que coisas ruins acontecem com pessoas boas, quase sempre, e que infelizmente, raramente acontece o contrário. Mas isso não me dá o poder de apontar meu dedo e depositar todo meu rancor nessa ou naquela pessoa, gritando para que todos ouçam que fulano (a) me fez mal.
Descobri que a felicidade é uma estrada que somente nós mesmos temos o poder de pavimentá-la, e que por vezes alguém vem nos ajudar.
A vida é curta para curtir desencantos.
A vida é curta para negarmos o direito de sermos quem realmente somos, mas a vida é longa demais para fingirmos ser alguém que não somos.
Encontramos o amor nas diferenças e não nas igualdades, desde que tais diferenças venham para completar e preencher lacunas de nosso coração.
Descobri que a solidão pode ser melhor companhia que estar acompanhada, pois pior é estar junto e sentir-se só…
Mas pior é descobrir que estou esperançosa por descobrir alguém que me faça ter a certeza que todas minhas descobertas estavam erradas.
Uma vez quase descobri,  mas faz tanto tempo…e cá estou eu pavimentando meu caminho novamente.

Anúncios