1º Interior Fight em Jales

A Tribuna Jales
Um evento esportivo inédito promete fazer Jales e região agitar no dia 17 de dezembro. O Interior Fight será o primeiro evento de MMA (Mixed Martial Arts ou Artes Marciais Mistas, em português) na região.
Marcado para o Ginásio de Esportes Valdemar Lopes Ferraz, às 20 horas, o torneio será uma disputa entre atletas da capital e do interior com nove lutas programadas (sete de MMA e duas de muay thai).
O Interior Fight está sendo promovido pelo empresário Ricardo Arroio em parceria com o lutador jalesense de MMA, Viscardi Andrade, que também pode disputar uma das lutas. Viscardi é considerado uma das grandes revelações do MMA e estuda propostas para confrontos internacionais.
Segundo o empresário, o evento começa às 20horas com previsão de término às 22horas, mas somente o andamento das disputas poderá definir o horário exato do fim. Os ingressos estão à venda a R$ 20,00 para a arquibancada e R$ 40,00 para a área vip, mais próxima do octógono – ringue onde os atletas realizam as disputas.
Mais informações no site http://www.interiorfight.com.br
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II Seminário sobre Leishmaniose Visceral Canina em Jales

Aconteceu no último dia 11 na cidade de Jales o II SEMINÁRIO SOBRE LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA.

O evento foi realizado na Câmara Municipal pela Comissão do Meio Ambiente da OAB/Jales e a Associação Independente de Proteção e Bem Estar Animal de Jales.

O seminário contou com a participação de vários profissionais da área da Medicina Veterinária, vindos de Andradina-SP, Campo Grande-MS e Brasília-DF. Durante toda a sexta-feira foram discutidos formas de prevenção, aspectos de contaminação da LVC e a polêmica sobre o extermínio de cães.

De acordo com o médico da Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Jales , Adelson Mariano de Brito, a matança de cães é inútil para impedir a disseminação da leishmaniose.

Matar o animal não resolve o problema da LVC, uma vez que o cão infectado não oferece nenhum risco para  a convivência com o ser humano. A leishmaniose é uma doença vetorial, assim como a Dengue, e a presença do animal doente em casa apenas indica que há o vetor naquele lugar. Em suma, o controle de uma doença vetorial se faz o controle de vetor, e o que muitas pessoas deveriam se conscientizar é que há a necessidade de combater o transmissor da doença, conhecido vulgarmente como Mosquito Palha, assim como é feito com o vetor da Dengue.

É preciso melhorar nossa postura de proteção e amparo com nossos animais, os donos precisam ter uma posse responsável, isso é uma obrigação de cada um.

É  de extrema importância a participação da sociedade nesses eventos, tanto para aqueles que são tutores e  amam seus animais e aqueles que não possuem um cãozinho de estimação, mas para compreender um pouco mais sobre essa doença que atinge nossa região.

Deixo meu agradecimento à Vivi Vieri pelo convite do seminário e a oportunidade de aprender mais sobre a LVC.