Ranking dos 10 países com melhor qualidade de vida – 2014

O IPS – Índice de Progresso Social – novo indicador global que avalia mais de 50 parâmetros que compõem a qualidade de vida dos cidadãos, como saúde, moradia, segurança pessoal, acesso à informação e à educação, saneamento básico, sustentabilidade e tolerância a diferenças, tem um novo ranking dos países com melhor qualidade de vida.

De 132 países, a Nova Zelândia aparece em primeiro lugar, com 88,24 pontos, seguida por Suíça, Islândia, Holanda, Noruega e Suécia. Dos dez primeiros colocados, sete são da Europa – os outros dois são Canadá e Austrália. O último colocado foi o Chade, país da África, com 32,60 pontos. O Brasil está na 46ª posição.

Segundo esse novo índice, o Brasil ficou mais bem colocado que outras nações com Produto Interno Bruto (PIB) semelhante. O país foi também o primeiro entre os Brics – grupo de potências emergentes da economia global, formado por Brasil, Rússia (80° lugar), Índia (102°), China (90°) e África do Sul (69°).

 

1º – NOVA ZELÂNDIA – Auckland

Imagem

2º – SUIÇA – Zurique

Imagem

 

3º – ISLÂNDIA – Reykjavík

Imagem

 

4º – PAÍSES BAIXOS (HOLANDA) – Amsterdã 

Imagem

 

5º – NORUEGA – Oslo

Imagem

 

6º – SUÉCIA – Estocolm

Imagem

 

7º – CANADÁ – Calgary

Imagem

 

8º – FINLÂNDIA – Helsinque

Imagem

 

9º – DINAMARCA – Copenhague

Imagem

 

10º – AUSTRÁLIA – Melbourne

Imagem

 

Obs: Publiquei as principais ou melhores cidades consideradas para representar cada país, não necessariamente a capital.

Anúncios

Ser jornalista…

Ser jornalista é vida sem meio-termo. É ter diploma de bipolaridade. Ou não ter diploma. É amor e é dor. Entusiasmo e apatia no mesmo dia. É querer salvar o mundo sabendo que essa merda não tem mais jeito, não. É ter muitas ideias para o futuro e não ter a menor ideia do futuro. É bater e é apanhar. É ser seguramente inseguro. É ter ora uma vontade louca de viajar o planeta ora de ficar quietinho no seu canto. É ir do Inferno ao Céu numa única pauta. É odiar Matemática, mas encher a matéria de números. É querer fazer tanta coisa e ter uma preguiça danada. É ser livre sem ser livre. É se achar mesmo quando se está perdido. É ter porra nenhuma para celebrar e, ainda assim, ir ao bar. Um brinde à porra nenhuma! É fazer graça da desgraça. É dormir cheio de aflição e acordar cheio de excitação. Ser jornalista é ser tudo isso e não ser. Eis a confusão.

Fonte: http://desilusoesperdidas.blogspot.com.br/

Hoje, 7 de abril, é comemorado o dia do jornalista.A data não é considerada feriado nacional, no entanto representa uma homenagem da ABI (Associação Brasileira de Imprensa), ao jornalista Líbero Badaró, que nos anos de 1830, empenhava-se em denunciar os abusos do Império. O 7 de abril não é nomeado pelo nome de Badaró, todavia, ficou conhecido como o Dia Nacional do Jornalista. 

Na verdade não temos muito o que comemorar né? Jornalistas sendo assassinados, sequestrados, sofrendo atentados e muitas outras coisas pra lá de ruins. Sem contar nossa desvalorização. Pessoa não dá valor no nosso trabalho, acha que somos escravos, sei lá, vivendo como na época da escravidão ainda. Salário? Um dos mais baixos que existe. E a humilhação? (no meu caso né)…bah, melhor deixar para lá.

Feliz dia do jornalista!