Resgate dramático: Cavalo vítima de maus-tratos é resgatado em Jales

Um cavalo foi encontrado abandonado na sarjeta próximo ao recinto de exposições de Jales (SP) na última quinta-feira, dia 10. Voluntários da ONG “AmigoBicho” se mobilizaram para resgatar o animal depois de receber uma denúncia.
Segundo os veterinários que fizeram o atendimento do cavalo, ele estava em estado avançado de desidratação e não tinha forças para ficar em pé. Depois de receber medicamentos, os voluntários chegaram a levar toalhas e cobertores para aquecê-lo, pois ele tinha tomado muita chuva durante o dia e estava tremendo de frio.

O animal precisou ser transportado em uma pá carregadeira para um local coberto, no recinto de exposições da cidade. O cavalo foi adotado e será levado para um sítio.
A expectativa dos veterinários é que ele consiga se recuperar, apesar de estar bem debilitado. O abandono e maus-trados é crime e o infrator pode ser condenado a prisão de três meses a um ano, além do pagamento de multa. A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorrer a morte do animal. Voluntários da Ong tentam identificar quem seria o dono do animal. A polícia investiga o caso.

OBS: Para quem não sabe, Jales é a cidade que eu vivo. Infelizmente há muitos casos parecidos com esse, envolvendo cachorros e gatos. Realmente não sei onde a “humanidade” vai parar…

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Hospital de Câncer de Barretos, nossa maior joia

Acredito que muitas pessoas devem conhecer ou ao menos ter ouvido falar do Hospital de Câncer de Barretos. Eu particularmente tenho um gratidão eterna com essa instituição (contarei sobre em outro post). Considero esse hospital nossa maior joia, e devemos cuidar com todo carinho dessa preciosidade.

Barretos /SP – 1960 – O único hospital especializado para tratamento de câncer localizava-se na cidade de São Paulo e os pacientes que iam até o hospital São Judas, eram, em sua maioria, previdenciários de baixa renda, com alto índice de analfabetismo. Por isso, tinham dificuldades de buscar tratamento na capital, por falta de recursos, receio das grandes cidades, além da imprevisibilidade de vaga para internação.

No ano de 1967, o médico humanista Paulo Prata, fundador do Hospital São Judas, criou a Fundação Pio XII que passou a atender pacientes portadores de câncer.

Em virtude da grande procura de pacientes e o pequeno hospital não comportar todo crescimento, Paulo Prata, idealizador e fundador, recebeu a doação de uma área na periferia da cidade e propôs a construção de um novo hospital que pudesse atender às progressivas necessidades.

Esta pequena instituição contava com apenas quatro médicos: Paulo Prata, Scylla Duarte Prata, Miguel Gonçalves e Domingos Boldrini. Eles trabalhavam em tempo integral, com dedicação exclusiva, caixa único e tratamento personalizado. Filosofia de trabalho que promoveu o crescimento da entidade.

ANOS 80 E 90

Em 1989, Henrique Prata, filho do casal de médicos fundadores do hospital, abraça a ideia do pai e com a ajuda de fazendeiros da cidade e da região realiza mais uma parte do projeto. O pavilhão Antenor Duarte Villela, onde funciona o ambulatório do novo hospital é inaugurado em 6 de dezembro de 1991.

Vista aérea do Hospital de Câncer de Barretos
Vista aérea do Hospital de Câncer de Barretos

Dando sequência ao projeto que vem ganhando grandes proporções com a ajuda da comunidade, de artistas, da iniciativa privada e com a participação financeira governamental, outras áreas do hospital estão sendo construídas para atender via SUS, os pacientes com câncer.

Uma maneira que o hospital encontrou de homenagear estas pessoas que contribuem com esta causa é colocar nos pavilhões os nomes dos artistas.

UNIDADE DE JALES

A unidade de Jales do Hospital de Câncer de Barretos foi inaugurada em junho de 2010. O prédio foi construído a 250 km de Barretos com o objetivo de ampliar a prestação de serviço assistencial e facilitar o acesso ao tratamento para os pacientes que residem em locais mais próximos de Jales. Com uma equipe que conta com 35 médicos e mais de 300 colaboradores, a Unidade já realizou mais de 870 mil atendimentos, tendo atualmente uma média de mil atendimentos/dia, 100% via SUS.

Os pacientes originam-se de cerca 550 cidades distribuídas entre os estados de São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais e Distrito Federal.

Mantendo os mesmos padrões de qualidade presentes na unidade de Barretos, o hospital possui atendimento ambulatorial, oncologia clínica, radioterapia, diagnóstico por imagem, centros cirúrgicos, endoscopia, colonoscopia e exames laboratoriais, além de contar com unidades de internação e um centro de terapia intensiva.

Atualmente, a unidade possui uma estrutura de cerca de 14.000 m² distribuídos em quatro pavilhões, sendo eles: “Grupo Petrópolis”, “Bruno & Marrone”, “Governador Geraldo Alckmin” e “Eunice e Zico Diniz”.

Hospital de Câncer de Barretos - Unidade  Jales
Hospital de Câncer de Barretos – Unidade Jales

DOAÇÕES

Ajudem o Hospital de Câncer de Barretos. Ajudar faz bem! 🙂
As doações podem ser feitas através do site oficial da instituição. Basta clicar  aqui e escolher a melhor forma para doar.

Recepção unidade de Jales
Recepção unidade de Jales

Prazer, meu nome é Bruna e tenho uma ‘doença’ chamada desemprego

Sim, assumo completamente que estou sem um job há exatos três meses e adquiri uma “doença” chamada desemprego. Explicarei mais abaixo porque resolvi usar esse termo.

Vivo em uma cidade pequena, com uma população estimada em 48.700 habitantes, localizada bem no interiorzão do estado de São Paulo, praticamente na divisa com o Mato Grosso do Sul. Essa cidade tem nome: JALES.

Sempre fui uma pessoa que estudou desde pequena (com quatro aninhos eu já estava na escola) porque essa era a única forma de conquistar algo na vida. Sou de família humilde e minha mãe sempre batalhou para que eu pudesse concluir meus estudos.

Pois bem, fiz jardim de infância, ‘prézinho’, ensino fundamental e ensino médio tudo em escolas públicas. Estudei no extinto Cefam (Centro Específico de Formação e Aperfeiçoamento do Magistério) público também, e ainda ganhávamos um “salário” porque estudávamos em tempo integral. Depois do Cefam fiz um ano de enfermagem em uma faculdade particular, mas com meia bolsa estudos pelo Prouni (Programa Universidade para Todos). Eu trabalhava em uma confecção de roupas das 7h às 18h (segunda à sexta) e ganhava R$200,00 por mês. Sim, quase escravo não? Mas era para pagar a outra metade da mensalidade da facul. Óbvio que minha mãe ajudava, pois eu não conseguiria. Não concluí a enfermagem por conta de problemas de saúde, tendo assim que pagar pelo tratamento. Bye bye faculdade.

Não desisti. Prestei o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) novamente e obtive uma nota alta, principalmente na redação. Foi então que decidi tentar uma bolsa de estudos para o curso de Comunicação Social/Jornalismo em uma faculdade particular de uma cidade perto da minha. Bingo! Consegui uma bolsa 100%. Me graduei em 2012.

Além disso fiz vários cursos paralelos e neste ano iniciei Gestão Empresarial na Fatec Jales (Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo).

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A frustração da minha vida começou quando decidi trabalhar em minha área de formação, nada mais óbvio não? Aí que você se engana!

Jales é uma cidade muito estranha. Aqui você tem duas opções: se sujeitar a trabalhar na área e ganhar uma mixaria, que nem um estagiário de uma cidade maior se submeteria, ou ter o tão falado e famoso Q.I (Quem Indica). Sim!!! Aqui as coisas funcionam dessa forma.

Nem é tão importante você ter uma formação superior, mas se você for filhinho de papai, conhecido de fulano ou cicrano, benhêêê você está dentro! O emprego é seu!

Isso realmente me deixa muito chateada, pois estudei, me preparei, e nem ao menos consigo um emprego na cidade em que nasci. É desanimador você ver pessoas que não entendem coisa nenhuma da profissão, que não são formados ou não tem ao menos estudo, ocupando um lugar que por direito poderia ser seu. Claro, se as coisas fossem feitas da maneira que deveria ser.

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Muitos ainda me perguntam por que eu não vou embora de Jales e tentar algo em uma cidade maior. Tenho meus motivos, família! Os amigos mais chegados sabem do que estou falando. Não é nada fácil, a razão é muito forte.

Falando neles, os “amigos”, somente desempregado você descobre quem são seus verdadeiros. É incrível como os “amigos” desaparecem quando você está passando por um momento complicado. Enquanto você está trabalhando, ganhando seu dinheiro, tu serve para eles. Experimenta ficar sem emprego, a maioria some, somente os mais leais permanecem. Os verdadeiros posso contar nos dedos de uma mão e citar nomes , Fernanda, Vanessa, Cris e Paty.

Não sei qual é o real temor dos supostos amigos , será que estão com medo de ter que pagar minhas contas??? Hahahaha! Me poupe, nunca ninguém precisou pagar nada e não será agora.

Esse fato me deixa triste sim, porque vemos que nossa amizade não tem valor nenhum. Vale sim, quando você está bem, tem dinheiro e pode sair todos os dias por aí gastando com eles ou até para eles.

Estou doente, tenho desemprego, acho que é contagioso!

Tudo o que eu preciso (eu e muitos outros na mesma situação) é de somente uma oportunidade, para mostrar o quanto posso ser útil e o posso agregar. Mas não tenho “sobrenome” e nem sou filha de alguém “conhecido”, isso diminui 100% minhas chances de conseguir algo por aqui.

Não sou hipócrita em pensar que isso acontece apenas em minha cidade, mas como vivo aqui, sei o que se passa. Jales é realmente uma cidade muito estranha…

Apae de Jales ganha Centro de Ecoterapia

Sem necessitar de pesquisa científica, é fácil citar alguns dos incontáveis benefícios de ter um animal de estimação ou mesmo estar próximo deles. Claro que vale dizer que é preciso também gostar de animais.

No entanto, o que muitos não sabem, é que os animais também podem ser protagonistas de terapias de reabilitação de pessoas com deficiência. Instituições e profissionais que trabalham com este tipo de terapia relatam ótimos resultados. E uma das terapias que fazem uso de animais é a ecoterapia, que trabalha com cavalos.

A Ecoterapia é um método terapêutico e educacional que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar, nas áreas de saúde, educação e equitação, buscando o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas com deficiência ou necessidades especial.

Na sexta-feira, dia 30 maio, a Apae de Jales, mantenedora da Escola Especial “Ana Eduarda Marques Silvestre” inaugurou seu Centro de Ecoterapia, que leva o nome de Manoel Rossafa Rodrigues e Aurora Sanches Rodrigues, uma homenagem a família Rossafa devido o sr. Manoel ter sido presidente da entidade.

A palavra Equoterapia® é patenteada por uma Associação e só pode ser usada por instituições filiadas a ela, como a Apae não é, o nome dado foi Ecoterapia.

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CENTRO DE ECOTERAPIA DA APAE

O Centro de Ecoterapia da Apae dispõe de instalações físicas e equipamentos adequados, conta com uma equipe técnica habilitada, cavalos treinados e funcionários de serviços gerais, com a finalidade de prestar um atendimento de qualidade.

De acordo com a fisioterapeuta da instituição, Mírian Ribeiro, umas das responsáveis pelo método na Apae, o atendimento ecoterápico deve ser iniciado mediante o parecer favorável em avaliação médica, psicológica e fisioterápica. “As atividades ecoterápicas devem ser desenvolvidas por uma equipe multiprofissional com atuação interdisciplinar, que envolva o maior número possível de áreas profissionais nos campos de saúde, educação e social”, afirmou.

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OBJETIVOS

A meta da Ecoterapia é buscar habilitação, reabilitação e benefícios biopsicossociais para o praticante.

No novo Centro de Ecoterapia da Apae, o método é aplicado por intermédio de programas individualizados organizados de acordo com, as necessidades e potencialidades do praticante, a finalidade do programa, os objetivos a serem alcançados, com três ênfases: a primeira, com intenções terapêuticas e educacionais, utilizando técnicas que visem, principalmente, à reabilitação física ou mental, a segunda com fins educacionais ou sociais, com a aplicação de técnicas pedagógicas aliadas terapêutica, visando á integração ou reintegração sócio familiar e por fim a terceira, com fins de inserção/reinserção social.

Profissionais das áreas de fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicologia, pedagogia e educação física com o curso básico de ecoterapia podem ministrar o método, que, segundo a fisioterapeuta Mírian, é indicado para pessoas com deficiências intelectuais ou múltipla ou até mesmo com transtorno global do desenvolvimento.

“Os trabalhos já foram iniciados com as avaliações e 11 praticantes já deram início na terapia”, comentou a Mírian.

No contexto social, a ecoterapia ainda é adequada para diminuir a agressividade, deixar o paciente mais sociável, fazer amizades, amenizar antipatias e treinar padrões de comportamento como: ajudar e ser ajudado, adaptar as exigências do próprio indivíduo com as necessidades do grupo, diminuir e aceitar regras, concordar com as próprias limitações e as limitações do outro.

Ser jornalista…

Ser jornalista é vida sem meio-termo. É ter diploma de bipolaridade. Ou não ter diploma. É amor e é dor. Entusiasmo e apatia no mesmo dia. É querer salvar o mundo sabendo que essa merda não tem mais jeito, não. É ter muitas ideias para o futuro e não ter a menor ideia do futuro. É bater e é apanhar. É ser seguramente inseguro. É ter ora uma vontade louca de viajar o planeta ora de ficar quietinho no seu canto. É ir do Inferno ao Céu numa única pauta. É odiar Matemática, mas encher a matéria de números. É querer fazer tanta coisa e ter uma preguiça danada. É ser livre sem ser livre. É se achar mesmo quando se está perdido. É ter porra nenhuma para celebrar e, ainda assim, ir ao bar. Um brinde à porra nenhuma! É fazer graça da desgraça. É dormir cheio de aflição e acordar cheio de excitação. Ser jornalista é ser tudo isso e não ser. Eis a confusão.

Fonte: http://desilusoesperdidas.blogspot.com.br/

Hoje, 7 de abril, é comemorado o dia do jornalista.A data não é considerada feriado nacional, no entanto representa uma homenagem da ABI (Associação Brasileira de Imprensa), ao jornalista Líbero Badaró, que nos anos de 1830, empenhava-se em denunciar os abusos do Império. O 7 de abril não é nomeado pelo nome de Badaró, todavia, ficou conhecido como o Dia Nacional do Jornalista. 

Na verdade não temos muito o que comemorar né? Jornalistas sendo assassinados, sequestrados, sofrendo atentados e muitas outras coisas pra lá de ruins. Sem contar nossa desvalorização. Pessoa não dá valor no nosso trabalho, acha que somos escravos, sei lá, vivendo como na época da escravidão ainda. Salário? Um dos mais baixos que existe. E a humilhação? (no meu caso né)…bah, melhor deixar para lá.

Feliz dia do jornalista!

De Jales para a Itália

Jalesense se destaca como jogador de futsal na Europa e vence importante campeonato

Ele iniciou seu contato com a bola desde muito cedo. Com apenas sete anos de idade o jalesense Luiz Paulo Negro Caetano começou a jogar futsal na escolinha da Apafuj – Associação de Pais e Amigos do Futsal de Jales. Como todo garoto, não pensava que o sonho de sua infância em ser um jogador de futebol de salão e ter contrato estabelecido com um renomado time europeu se concretizaria em breve. E ainda mais, ser campeão da Copa Itália de Futsal.

Aos 17 anos, Luiz Paulo defendia a equipe de futsal da Funec, de Santa Fé do Sul, e, enquanto disputava a semifinal de um campeonato paulista foi visto por um treinador da Itália que estava na região visitando amigos. O italiano gostou do jalesense logo de início e fez o convite para ele jogar na Itália.

Já faz sete anos que o garoto de Jales está na Europa, e, atualmente reside na comuna italiana Citta Sant’ Angelo da região dos Abruzos, província de Pescara. Ele começou a carreira esportiva na equipe de Modugno e, após três anos, assinou contrato com o Acqua&Sapone, sua atual equipe.

Naturalizado italiano desde sua chegada em terras italianas, Luiz Paulo confessa que nos primeiros meses a adaptação ao clima frio e idioma não foi nada fácil, mas que com o tempo e conhecimento acostumou-se bem.

Os pais, Suzeli Ferreira Negro Caetano e José Paulo Caetano foram a peça fundamental para a ascensão do jovem em sua profissão de jogador.Sempre o apoiando em suas decisões, encorajaram o filho a ir mais longe.

Luiz Paulo comemorando o 1º gol do seu time na final contra a equipe da Lazio
Luiz Paulo comemorando o 1º gol do seu time na final contra a equipe da Lazio

COPA ITÁLIA

Este ano, Luiz Paulo já conseguiu realizar um de seus três grandes objetivos, sagrar-se campeão da Copa Itália de Futsal 2014 com o Acqua & Sapone. O jogo da vitória aconteceu no último dia 16 de março, com o placar de 3 a 1, contra o time da Lazio. “Estou muito feliz por ter trabalhado bastante e ser recompensado com essa conquista. Foi perfeito, venho me dedicando desde o começo da temporada, graças a Deus pude realizar esse desejo. É muito importante poder ganhar um título de campeão na carreira de jogador, é uma sensação maravilhosa”, comentou o atleta.

Mas o jovem ainda tem muitas metas para conquistar. Ainda em 2014, ele sonha com a vitória do campeonato italiano e a Winter Cup, em que sua equipe já se encontra na semifinal.

Acqua & Sapone vibrando com a vitória do campenato
Acqua & Sapone vibrando com a vitória do campeonato

PERSISTÊNCIA

Para os jovens que tem o objetivo e sonham em fazer parte de um famoso clube, de ser um jogador conhecido por suas competências e habilidades, o jalesense deixa uma mensagem de otimismo: “Nunca desista dos seus sonhos, siga em frente sempre, batalhando com humildade, sem passar por cima de outras pessoas e pedindo sabedoria a Deus, com ele tudo fica mais fácil de conseguir”, finalizou Luiz Paulo.

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